Aventuras de Alice no paĂs das maravilhas
Aventuras de Alice no paĂs das maravilhas âCom certeza Ă© um braço, vossâ excelença!â (Pronunciava brass.)
âQue braço, seu pateta! Quem jĂĄ viu braço daquele tamanho? Como! Ocupa a janela inteira!â
âCom certeza enche, vossâ excelença; mas nĂŁo deixa de ser um braço.â
âBem, seja como for, ele nĂŁo tem nada que fazer ali. VĂĄ e suma com ele!â
Em seguida fez-se um longo silĂȘncio, e Alice pĂŽde ouvir apenas uns cochichos vez por outra, como: âCom certeza nĂŁo gosto disso, vossâ excelença, nada, nada!â âFaça o que estou mandando, seu covardeâ, e por fim ela abriu a mĂŁo de novo, fazendo outro gesto de agarrar algo no ar. Desta vez houve dois guinchos, e mais sons de vidro quebrado. âQuantas estufas de pepino!â pensou Alice. âO que serĂĄ que vĂŁo fazer agora? Quanto a me puxar pela janela, eu bem queria que pudessem! Tenho certeza de que nĂŁo quero ficar aqui nem mais um minuto.â