O Mandarim

O Mandarim

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Deitei-me:—e sonhei que estava longe, para além de Pekin, nas fronteiras da Tartaria, no kìosque d'um convento de Lamas, ouvindo maximas prudentes e suaves que escorriam, com um aroma fino de chá, dos labios de um Buddha vivo.

II

Decorreu um mez.

Eu, no entanto, rotineiro e triste, lá ia pondo o meu cursivo ao serviço dos poderes publicos, e admirando aos domingos a pericia tocante com que a D. Augusta lavava a caspa do Couceiro. Era agora evidente para mim que, n'essa noite, eu adormecera sobre o in-folio, e sonhára com uma «Tentação da Montanha» sob fórmas familiares. Instinctivamente, porém, comecei a preoccupar-me com a China. Ia lêr os telegrammas á Havaneza; e o que o meu interesse lá buscava, eram sempre as noticias do Imperio do Meio; parece porém que, a esse tempo, nada se passava na região das raças amarellas... A Agencia Havas só tagarellava sobre a Herzegovina, a Bosnia, a Bulgaria e outras curiosidades barbaras....



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