O Mandarim

O Mandarim

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Quando recuperei a consciencia estava estirado n'um banco de pedra, no pateo d'um vasto edificio semelhante a um convento, que um alto silencio envolvia. Dois padres lazaristas lavavam-me devagar a orelha. Um ar fresco circulava; a roldana d'um poço rangia lentamente; um sino tocava a matinas. Ergui os olhos, avistei uma fachada branca com janellinhas gradeadas e uma cruz no topo: então, vendo n'aquella paz de claustro catholico como um recanto da patria recuperada, o abrigo e a consolação, rolaram-me das palpebras duas lagrimas mudas.

VII

De madrugada, dois padres lazaristas, dirigindo-se a Tien-Hó, tinham-me encontrado desmaiado no caminho. E, como disse o alegre padre Loriot, «era já tempo»; porque em redor do meu corpo immovel um negro semi-circulo d'esses grossos e soturnos corvos da Tartaria já me estava contemplando com gula...





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