O Morro dos Ventos Uivantes

O Morro dos Ventos Uivantes

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Felizmente, os animais pareciam mais propensos a esticar as patas, bocejar e abanar o rabo do que a me devorar vivo, mas não pareciam dispostos a aceitar minha ressurreição, de modo que fui obrigado a ficar deitado até que seus malévolos donos se dignassem a me libertar. Então, sem chapéu e tremendo de raiva, com várias ameaças incoerentes de retaliação, que na profundidade indefinida de sua virulência faziam pensar no Rei Lear,13 ordenei que os canalhas me deixassem ir embora – ou que arcassem com as consequências se me mantivessem ali por mais um minuto.

A veemência de minha agitação fez com que meu nariz começasse a sangrar copiosamente, e mesmo assim Heathcliff ria, enquanto eu continuava me queixando. Não sei como aquela cena teria terminado se não houvesse uma pessoa ali mais racional do que eu e mais benevolente do que meu anfitrião: refiro-me a Zillah, a robusta governanta, que por fim apareceu para averiguar as causas do tumulto. Pensou que alguém ali tinha me tratado de forma violenta e, não ousando acusar o patrão, dirigiu sua artilharia vocal contra o patife mais jovem.




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