O Morro dos Ventos Uivantes

O Morro dos Ventos Uivantes

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“E se ela escorregou ao tentar escalá-los”, pensei, “e morreu, ou quebrou alguma coisa?”

Minha aflição era verdadeiramente dolorosa; foi a princípio com grande alívio que vi, ao passar pela casa, Charlie, o mais feroz dos perdigueiros, deitado debaixo de uma janela, a cabeça inchada e uma orelha sangrando. Abri a porteira e corri até a porta, batendo insistentemente para que me deixassem entrar. Uma mulher que eu conhecia, e que antes vivia em Gimmerton, veio abrir: trabalhava como criada ali desde a morte do sr. Earnshaw.

– Ah – disse ela –, veio em busca da patroazinha! Não se preocupe. Está segura aqui; mas ainda bem que não é o patrão.

– Ele não está em casa, então? – perguntei, ofegante devido à caminhada rápida e à preocupação.

– Não, não – disse ela –, tanto ele quanto Joseph saíram, e acho que só voltam dentro de uma hora ou mais. Entre e descanse um pouco.


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