O Morro dos Ventos Uivantes

O Morro dos Ventos Uivantes

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Certa tarde de outubro, ou do inĂ­cio de novembro – uma tarde fresca e Ășmida, em que a grama e os caminhos farfalhavam com folhas murchas e o frio cĂ©u azul estava parcialmente encoberto por grandes nuvens cinza-chumbo que corriam rapidamente do oeste e prenunciavam chuva abundante –, pedi Ă  minha jovem patroa que desistisse do passeio, pois eu tinha certeza de que cairia um aguaceiro. Ela se recusou. Relutante, peguei uma capa e meu guarda-chuva para acompanhĂĄ-la numa caminhada atĂ© a extremidade do parque: um passeio formal, que ela normalmente fazia se estivesse deprimida – o que era sempre o caso quando o sr. Linton piorava, situação que ele nunca confessava mas que tanto eu quanto ela adivinhĂĄvamos pelo seu silĂȘncio crescente e a melancolia estampada em seu rosto.

Catherine caminhava tristemente: agora nĂŁo havia correrias nem saltos, embora o vento frio bem pudesse ter lhe dado vontade de sair em disparada. AlĂ©m disso, eu podia ver com frequĂȘncia, pelo canto do olho, que ela levantava a mĂŁo e limpava a face.





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