O Morro dos Ventos Uivantes
O Morro dos Ventos Uivantes 21. Lockwood alude à passagem: “Assim como a nuvem se desfaz e passa, assim aquele que desce à sepultura nunca tornará a subir. Nunca mais tornará à sua casa, nem o seu lugar jamais o conhecerá.” (Jó 7:9-10) Jabez, por sua vez, cita o Segundo Livro de Samuel, 12. Nele, o profeta Natã é enviado por Deus a Davi para expressar reprovação quanto à morte de Urias, o heteu, e ao casamento de Davi com a viúva, Betsabá. Natã narra a parábola de um homem cruel a Davi, que se mostra indignado e sugere que tal homem seja morto. Com “Tu és o homem”, Natã revela a Davi que ele próprio é o homem da parábola. Deus lhe poupa a vida, mas não o filho que teria com Betsabá. Embora a culpa seja tematizada no romance, a batalha de citações bíblicas parece, sim, reforçar a leitura esvaziada do texto bíblico, satirizada pela autora.
22. Como no Salmo 149, versículos 6 e 9: “Estejam na sua garganta os altos louvores de Deus, e espada de dois fios nas suas mãos ... Para fazerem neles o juízo escrito; esta será a honra de todos os seus santos. Louvai ao Senhor.”