O Morro dos Ventos Uivantes
O Morro dos Ventos Uivantes Quando chegamos a Wuthering Heights, lĂĄ estava ele, Ă porta da frente. Ao entrar, perguntei-lhe como estava o bebĂȘ.
â Daqui a pouco jĂĄ vai estar correndo por aĂ, Nell! â respondeu, com um sorriso.
â E a patroa? â atrevi-me a perguntar. â O doutor diz que ela...
â Ao diabo com o mĂ©dico! â interrompeu ele, ficando rubro. â Frances estĂĄ passando bem; dentro de uma semana, vai estar Ăłtima. VocĂȘ vai lĂĄ para cima? Diga a ela que subo se ela prometer nĂŁo falar. Tive que deixĂĄ-la porque nĂŁo queria ficar calada. O dr. Kenneth disse que ela precisa de repouso.
Dei o recado Ă sra. Earnshaw, que parecia muito animada e respondeu, alegremente:
â Mal disse uma palavra, Ellen, e ele saiu do quarto duas vezes, chorando. Bem, prometo que nĂŁo vou falar, mas isso nĂŁo me impede de rir dele!
Pobrezinha! AtĂ© a semana de sua morte, seu coração alegre nunca a abandonou, e seu marido continuava, obstinadamente â nĂŁo: furiosamente â, a afirmar que sua saĂșde melhorava a cada dia. Quando Kenneth o avisou que os remĂ©dios jĂĄ eram inĂșteis naquele estĂĄgio da doença e que nĂŁo queria que ele gastasse mais dinheiro com suas visitas a ela, o patrĂŁo retrucou: