O Morro dos Ventos Uivantes

O Morro dos Ventos Uivantes

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Corri para espiar o quarto de Isabella, sĂł para manter as aparĂȘncias. Ao retornar, confirmei o que dissera a criada. O sr. Linton voltara a se sentar junto Ă  cama; ao me ver entrar, ergueu os olhos, leu no meu rosto lĂ­vido o que ele significava e baixou a cabeça sem dar uma Ășnica ordem ou pronunciar uma palavra.

– Devemos tentar alcançå-los e trazĂȘ-la de volta? – indaguei. – O que devemos fazer?

– Ela foi porque quis – respondeu o patrĂŁo. – Tinha o direito de fazer isso, se quisesse. NĂŁo me aborreça mais com esse assunto. Daqui por diante ela sĂł Ă© minha irmĂŁ no nome; nĂŁo porque eu a esteja renegando, mas porque ela me renegou.

E isso foi tudo o que disse sobre o assunto. NĂŁo procurou se informar melhor, nem a mencionou mais, exceto para me instruir que mandasse tudo o que era dela para sua nova moradia, quando soubesse onde ficava.


57. Catherine separa as penas dos pĂĄssaros como, em Hamlet, a enlouquecida OfĂ©lia distribui flores (Ato IV, Cena 5). Filha de PolĂŽnio e irmĂŁ de Laertes, OfĂ©lia perde a razĂŁo depois de ser recusada pelo prĂ­ncipe – interessado unicamente em sua vingança contra o rei e sua mĂŁe – e ter seu pai morto, acidentalmente assassinado por seu antigo pretendente.


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